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segunda-feira, 14 de março de 2011

Cultivando relações, não seja um vampiro no meio comercial!

Não é necessário falar da importância que o networking exerce sobre a vida de qualquer profissional ou empresa, até aí tudo bem. A questão principal é se o networking é tão importante e todos concordam com isso porque é tão pequeno o número de pessoas que se preocupa em cultivá-lo.

Comparemos o networking a uma horta de onde você, com o tempo, vai tirando tudo que precisa, onde você encontra apoio e ajuda para sua subsistência, ok? Não há horta que se mantenha se não for regada, adubada, cultivada, que tenha sua terra arada. Na natureza não há espaço para o vampirismo, no mundo do networking muito menos, afinal de contas, lembre-se que não importa a imagem que você tem dos outros importante mesmo é a imagem que os outros tem de você, assim como, não importa quem você conhece a questão é quem conhece você.

Para isso é necessário uma série de ações, desde as mais tradicionais como presença física ou virtual em aniversários, como outras de maior dedicação como o enviar algo interessante para a pessoa sobre algo que ela gosta ou algo que é importante para empresa dela. Falo de parar de ver powerpoints baratos e se preocupar com coisas mais construtivas.

Só assim seu e-mail continuará sendo lido e quando o celular da pessoa que você procura identificar seu número na bina você será atendido, agora se você é daqueles que começam a conversa perguntando se esta tudo bem e esperando o melhor momento para pedir alguma coisa... Esqueça seus dias de contato direto estão contados, se prepare para em breve falar só com a secretária ou com alguém que atenderá dizendo que seu amigo está tomando banho.

Faça uma lista dos amigos e contatos profissionais que valem a pena e um plano de ação de como você irá cuidar da sua relação com eles, acabe com o vampirismo e espere, quem cultiva, aduba, rega um dia colhe.

Um forte abraço e que nossas pegadas sejam marcas de um caminho de sucesso.

Rafael Régis Somera


quando cultivamos relações, aproximamos pessoas que jamais poderíamos contar sem isso.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Se não ajuda, não espere ajuda.

Vendo profissionais desesperados por mais oportunidades, perguntando por vagas, enviando currículos, importunando amigos, comecei a fazer uma observação: Quantos desses que não estão encontrando espaço no mercado fazem algo por alguém, além deles mesmos?
Quantos profissionais sem sucesso fazem pelo próximo, quantos participam de ações sociais, quantos realmente pensam no outro além de si próprio. A resposta é a seguinte: poucos, pouquíssimos e não me venha dizer que não podem por não ter condições financeiras, afinal de contas, a melhor ajuda é a que vem em tempo e dedicação, mesmo que para gerar os recursos que faltam.
É engraçado, mas os que fazem algum tipo de ação social, como se numa lei oculta, aparecem, fazem contatos e o que cada vez mais as empresas querem saber é sua presença na sociedade, pois se na sua vida você não faz nada por quem precisa de verdade o que fará então por colegas de trabalho.
Pare, repense e se possível comece amanhã mesmo a mudar seu papel na sociedade, boa parte das coisas que vê depende de você também.
Temos que nos transformar no cidadão profissional. Profissionalismo sem cidadania é a mesma coisa de um lindo livro sem uma boa história.
Que nossas pegadas sejam marcas de um caminho de sucesso.
Rafael Régis Somera

terça-feira, 31 de agosto de 2010

A história do mercado em alguns parágrafos.

A história do mercado tem várias vertentes e eu depois de muito ler sobre isso me atrevo a fazer um resumo e divido contigo agora.
Certa vez, os artesãos dominavam o mundo, tudo era feito manualmente e a habilidade era fundamental para quem quisesse viver aqui, porém, com o tempo o homem começou a criar ferramentas para substituir o uso das mãos, vieram as máquinas de tear e assim por diante entramos em uma revolução industrial.
A revolução industrial criou novas profissões e a engenharia era a principal força porque produzindo mais vende-se mais e assim foi até que a produção passou a ser algo muito grande e mais do que produzir era preciso administrar todos os recursos e aí a administração foi colocada oficialmente aos negócios (sempre existiu mas aqui começou-se a se formar administradores).
Com o tempo mais de uma empresa começou a existir no mesmo setor e isso fez com que as dificuldades para vender a produção começassem a aparecer e frases como “você pode escolher qualquer um desde que seja preto” começaram a ficar arriscadas e então começou a se pensar em marketing, formas de se conhecer o que os clientes queriam e a melhor forma de informá-los.
Produzindo bem, administrando bem, informando bem, começou-se então a ver que era necessário cuidar da equipe, visto que a concorrência já não era mais apenas por clientes, mas por equipes também e a área de recursos humanos entrou em evidência.
Hoje me pergunto: E o que vem por aí? A tecnologia veio para mudar muita coisa e alguns números dizem que quase 80% de nossas crianças trabalharão com profissões que ainda não existem.
Sendo assim, a dica é conheça muita gente, estude sempre, acompanhe a tecnologia e o mundo. Novas ondas estão se formando e quem estiver preparado surfará nelas, mas a grande maioria se sentirá sendo engolida por um tsunami sem compaixão.
Um forte abraço e que nossas pegadas sejam marcas de um caminho de sucesso,
 Rafael Régis Somera
* Embaixador de ETS, Psicólogo de máquinas, enfim, quanto há por vir…

Verdade, ordem e progresso.

Assisti o primeiro debate da corrida presidencial, queria conhecer melhor os candidatos, seus argumentos e também se preciso os questionamen...