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sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

O PODER SÓ SOBE PARA A CABEÇA QUANDO ENCONTRA ELA VAZIA



Esta semana tive a chance de conhecer uma pessoa a qual eu admiro há muito tempo, senhor Carlos Wizard, fundador da rede de escolas Wizard e hoje um bilionário dono de muitas empresas de sucesso no Brasil.
Vamos ao parágrafo acima, eu não estou falando de alguém rico, estou falando de um bilionário, pois bem vamos lá.
Quantas pessoas ricas, ou recém enricadas, ou que estavam ganhando dinheiro em um determinado momento e simplesmente mudavam, eu não estou falando de mudar o ritmo de vida, de mudar para uma qualidade de vida melhor, ou coisas do tipo acho justo e bonito afinal são frutos de muito esforço, mas estou falando aqui de mudar de visão, de olhar muitos de cima, de diminuir o outro pelos degraus a mais que no campo financeiro andou nos últimos tempos.
Mas não foi assim com o senhor Carlos, que na chegada com seu Jatinho particular não calou, não se gabou, apenas quis conhecer os demais que ali estavam para busca-lo.
Tive a chance de assistir sua palestra, muita gente reclamou que foi rápida demais(o que é bom!), mas é que estamos acostumados com palestrantes que entretem com causos e causos, ali não, havia apenas um relato de sua vida e coisas que aprendeu, sucinto, conciso e rápido como quem não tem porque usar do tempo de outrem atoa, por nada, apenas para para que ele passasse.
Na palestra o resumo para mim:
Poupe, mesmo que ganhe metade do que precisa.
O que você faz durante o expediente é o que você é hoje, depois dele, o que você vai ser amanhã, então comece.
Comece pequeno, pense grande e não desista.
Poderia falar muito mais aqui, mas não é o objetivo do post citar a palestra mas o cara que a deu.
Eu sou um cara de sorte, ganhei a possibilidade de dar uma carona para senhor Carlos de Botucatu a Lençóis Paulista onde seu jato estava e dentre várias lições de humildade cito uma abaixo que eu achei realmente marcante.
Na saída de Botucatu eu disse: "Senhor Carlos tenho spotyfi me diga o tipo de musica que o senhor gosta e eu coloco para que o senhor possa ir fazendo suas coisas ou descansar" pois não queria incomodar...
Ele me respondeu: "Não, não, vamos aproveitar para ir batendo papo"
Pois é pessoal, ganhei 30 minutos de conversa, boa, franca, simples e divertida, ganhei um amigo e ainda que a vida não nos permita outro papo como aquele dia, ficará na minha memória, o que o ser humano era antes de ser quem é nunca muda, as pessoas não mudam, só revelam quem eram antes de terem alguma coisa.
Quem sabe esse post chegue até ele, fica aqui minha admiração e a obrigação de lutar muito pelo que acredito e reforço algo que minha mãe já havia me ensinado, não somos mais nem menos que ninguém, isso é tão passageiro.
Grande abraço senhor Carlos Wizard e que a gente nunca mais perca nosso vôo e nem a chance de voar :0) e de valor a cada moedinha de um real 🤙
Lets grow!

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Quando a correnteza é forte qualquer coisa que boie chega lá!

Esses dias em uma conversa com uma amiga refletiamos sobre o crescimento de nossa economia, em escala nacional e local. Dentre vários indicadores sobre o crescimento que estamos tendo algo me veio a cabeça e que mostra que realmente a correnteza está ao nosso favor.
Quando a correnteza está ao seu favor você não precisa saber nadar, basta boiar, ou seja, um indicador de crescimento claro para mim é ver tanta empresa fazendo um trabalho ruim (boiando) crescendo em seu mercado.
A recado é o seguinte, os que boiam dão certo e os que aprendem a nadar enquanto os outros estão boiando com certeza voarão, se destacarão, não se limite a fazer o que todos estão fazendo só pelo fato de que estão dando certo, por incrível que pareça dar certo nos tempos de hoje não significa estar fazendo um bom trabalho. Vá além! Afinal desculpe o termo mas bosta não afunda...rs

Abaixo uma imagem que mostra um pouco do que estou falando.

Um forte abraço e que nossas pegadas sejam marcas de um caminho de sucesso.

Rafael Régis Somera
* Este não é o pior dos casos afinal eles são transparentes ao deixar claro quando você terá que esperar, nós escolhemos esperar ou não. o que já um grande avanço neste caso eles não fazem parte do baixo escalão, são do escalão "estou mal preparado para demanda e confesso..rs"

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

O que fazer com o cliente que não tem paciência?

A primeira coisa que temos que ter bem claro é: quem são os clientes sem paciência?

A resposta é: TODOS e vou explicar rapidamente o porquê.

Tudo hoje é rápido, aperto um botão a tv liga, envio um sms para o japão e em questão de segundos chega, dígito qualquer coisa no Google e ele me restorna, enfim, tudo está rápido demais. Sem contar a quantidade de informações a que temos acesso que nos trazem a sensação de que estamos sempre desatualizados e precisando correr!

Então não espere que eu tenha paciência, nem você, nem ninguém, trabalhe para aliviar este efeito e aqui vão algumas dicas práticas:

* Se comprei com você e não pude levar na hora, me ligue, mande sms, e-mail, fumaça que seja, seja lá o que for antes de eu te ligar perguntando se já chegou, ligue se for o caso todo dia dizendo, faltam 3 dias, faltam 2, falta 1, principalmente ligue quando chegar cara pálida.

Exemplo disso é o Fedex que enviá um sms para o destinatário e remetente dizendo onde está a encomenda, e dizem, sua encomenda acabou de ser colocada no caminhão e está indo para tal lugar. Dessa forma você preenche a ociosidade com informação e ajuda anestesiar minha falta de paciência.

* Se a pessoa tem que aguardar para ser atendida na sua empresa(isso não é bom), e não há outro jeito, de a ela o que fazer, seja revistas, jogos, ou mesmo informação de quanto tempo falta para chegar a vez dela, o problema não é só esperar, é esperar sem ter nada para fazer.

* Por último de um jeito de mostrar para o seu cliente enquanto ele espera que você está trabalhando para ele esperar o mínimo possível, ele não é Pai nem mãe Dinah para adivinhar e não espere ele perguntar.

Se cuidarmos disso certamente teremos um bando de sem paciência falando maravilhas de nós, pois apesar de sem paciência nós não somos sem consideração e veremos seu esforço para que nós estivéssemos informados enquanto aguardavamos.

Que nossas pegadas sejam marcas de um caminho de sucesso!

Rafael Régis Somera
Informe os clientes onde está o produto antes que eles informem você que não o querem mais.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Que tal um empurrãozinho no caixa de sua empresa?


Quando crianças, em alguns momentos, nós necessitamos de apoio para atingir os resultados que buscamos, assim como quando buscávamos aprender andar de bicicleta e uma mão amiga ou um empurrão fazia muita diferença para não perdermos o equilíbrio.

Na vida de uma empresa também existe essas fases, momentos em que um empurrão permite a empresa fazer as aquisições que precisa para continuar crescendo.

Com a nossa empresa não foi diferente em determinado momento tínhamos muita vontade de continuar crescendo, mas esbarrávamos na falta de capital no caixa para dar os passos necessários o que era um grande problema, pois boa parte dos créditos que havíamos encontrado no mercado eram burocráticos demais para uma empresa que estava apenas começando como a nossa, chegando a restringir o acesso aos mesmos.

Eis que então durante as buscas por este “apoio” descobrimos o banco do povo, na época ficamos eufóricos de saber que era possível que mesmo nós que estávamos apenas começando tivéssemos acesso aos recursos disponíveis.

Entramos em contato, fomos bem atendidos e rapidamente tivemos acesso ao capital que nos permitiu comprar 2 computadores e fazer uma melhoria estrutural no prédio em que estávamos, esse foi nosso empurrão.

Na época éramos em 5 pessoas na empresa e estes dois computadores permitiram que nossa equipe crescesse gerando mais empregos e também mais clientes para empresa.

O “empurrão” que recebemos com aquele empréstimo foi fundamental para que continuássemos crescendo e realizando nossos sonhos. Hoje a nossa empresa é formada por 25 colaboradores e ajuda diariamente mais de 3 mil pessoas em Botucatu a encontrarem o que precisam.

Fica a dica, nesta fase onde a dificuldade de se manter o equilíbrio é enorme todo apoio é válido e já existem formas de conseguir de maneira descomplicada e rápida, por isso dividimos parte de nossa história com os demais leitores, afinal o que é bom precisa ser do conhecimento de todos.

Um forte abraço e que nossas pegadas sejam marcas de um caminho de sucesso.

Rafael Régis Somera

domingo, 3 de julho de 2011

Estamos de saco cheio de propaganda, queremos é certeza de que algo é bom!

O avanço da comunicação no mundo trouxe diversos avanços para humanidade, dentre eles, o maior acesso a comunicação, novos canais foram criados como a internet, o sms e tantos outros.

O grande problema é que um avanço sempre vem acompanhado do exagero. Novos canais de comunicação são para as empresas novas formas de se falar com os clientes e até aí tudo bem. O transtorno começa quando o volume dessa abordagem passa a ser maior do que o que aceitamos, acabamos recebendo mais ligações de telemarketing do que gostaríamos (se é que gostaríamos), acabamos recebendo mais panfletos do que nossa caixa de correio consegue guardar, não sobrando, às vezes, espaço para a correspondência, já na tv e rádios o tamanho dos comerciais são cada vez maiores e assim funciona para cada um desses canais.

O que fazemos então?

Mudamos de canal na hora do comercial, limpamos a caixa de correio sem ler os panfletos, não deixamos a mocinha do telemarketing falar e já dizemos que não queremos ouvir.

E o que as empresas farão para divulgar seus produtos se estamos cada vez mais ariscos as juras que elas fazem delas mesmas, como mães falando de filhos?

Começa a era da experimentação, ao invés de gastar com mídia, invisto em test drive. No caso abaixo a Pespi mostra o que vem por aí.



Pepsi distribuiu refrigerantes para mais de 500 mil jovens: Ação é realizada em universidades de São Paulo, Rio.. http://bit.ly/95Hnf

Pense nisso!

E que nossas pegadas sejam marcas de um caminho de sucesso!

Rafael Régis Somera

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Uma fachada diferente, surpreende.


Na vida pessoal e profissional nossos maiores problemas são, muitas vezes, oportunidades disfarçadas.
Oportunidades de aprendizado ou então de ação.

Neste frente a Loja de intercâmbio Experimento de Botucatu havia uma árvore que era um grande problema para a visibilidade da loja.

Tomando por base a afirmação acima, ao invés de querer tirar a árvore se escolheu proteger e fazer desta proteção uma arte.

Neste caso uma cabine telefônica londrina, que lembra viagem, que lembra intercâmbio, que é o que a loja oferece.
O que antes era problema agora virou ponto turístico e dobrou a visibilidade da loja.

Um forte abraço e que nossas pegadas sejam marcas de um caminho de sucesso.

Rafael Régis Somera 

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Já ouvi falar sobre liderança centralizadora, mas será que existe realmente um líder assim?


Certa vez ouvi o termo uma pessoa dizendo “ele tem uma liderança muito centralizadora” hoje discordo dessa pessoa, pois acompanhando o que acontece com uma empresa onde a liderança age assim, percebo que na realidade não há liderança, pelo contrário, pode-se até ter um cargo ou uma responsabilidade por uma equipe, mas falta neste caso o que faz uma equipe progredir e crescer, falta a liderança.
Li uma frase que dizia “A centralização leva a apoplexia ao centro e a anemia às extremidades.” de Félicité Robert de Lammennais e ela realmente explica o processo. O centralizador geralmente tem três medos básicos:
1. Irão traí-lo por isso é importante que ele esteja sabendo de tudo e de todos;
2. Ninguém fará tão bem como ele e por isso é melhor ele dar pitaco em todos;
3. Amanhã esse pessoal pode ir trabalhar em outro lugar e me deixar na mão.
Embasado nessas três linhas de raciocínio ele quer ser o coração da empresa, mas fazer o papel das veias e de todos os órgãos. Dessa forma paralisa a si mesmo com o excesso de trabalho e tira a autonomia da equipe que por não utilizar seu poder de decisão atrofia e se torna passiva na resolução de problemas, afinal de contas tudo se decide em um único lugar “a mesa do chefe”.
É fato que ninguém fará tão bem quanto o diretor, pelo menos no início e isso será difícil de alcançar já que ele continua não deixando sua equipe se desenvolver. Claro, isso tem preço, o preço de ver as pessoas fazendo algo com menos qualidade do que você faria, mas também há um benefício pode usar seu tempo para outras coisas enquanto eles se desenvolverão e de repente lá na frente, assim como foi com você, eles farão cada vez melhor.
Agora, se o medo é que a equipe saia e te deixe na mão, então desenhe as atividades de cada em um manual, peça ajuda da própria equipe para isso, peça que eles escrevam o manual que explica as próprias tarefas a alguém novo que venha a entrar na empresa, explique que está fazendo isso para a pessoa poder crescer na empresa e a melhor forma de fazer isso é preparar alguém para entrar no seu lugar, só assim poderá ir para outro, afinal, estamos dizendo:
Descentralizar e preparar a equipe para fazer as coisas que só você faz e assim você terá tempo para fazer outras coisas.
O sistema funciona por igual e a liderança de verdade nem é necessária a todo momento quando a equipe é madura.
Um forte abraço e que nossas pegadas sejam marcas de um caminho de sucesso.
 Rafael Régis Somera
* O mais engraçado é o diretor dizer que ninguém resolve nada sozinho, claro que não, afinal é proibido.


segunda-feira, 27 de junho de 2011

rádio peão: A maioria quer você fazendo o mínimo e ganhando o mínimo também.

Já trabalhei em muitas empresas e sempre que entrava, ainda novo e sem muito conhecimento do que era a vida de gente grande, percebia que existia uma nuvem formada pela equipe que eu chamo de “nível de serviço”, mas neste caso, baixo nível de serviço.

Esta nuvem é formada pela produtividade da equipe até o momento. Quando um time não está unido e está pouco comprometido com o trabalho ou o crescimento da empresa ele cria um nível de trabalho baixo, o qual respeitado por todos, aparenta ser o padrão, mas quando alguém entra e começa a fazer mais que os demais, começa a romper tal padrão e inicia-se uma união dos demais para boicotar ou segurar o nível de serviço baixo e frases do tipo são ditas:

“Pare de ser bobo, você não vai ganhar mais se fizer mais”.
“Deixa assim mesmo, sempre foi assim, não precisa melhorar, assim funciona”.
“Pare de ser puxa saco, você quer ferrar nossa vida”.

E o que acaba acontecendo é que aquele pique dos primeiros dias, na maioria das pessoas, vai desaparecendo e elas acabam fazendo parte da nuvem. Poucos sobrevivem a essa fase, mas há quem o faça.

Quem sobreviver eleva o nível de serviço porque acredita que é possível fazer mais, criar mais, possível trabalhar mais. São no início os excluídos pela nuvem, mas a mesma nuvem depois ainda virá agradar o excluído já que o caminho dele é crescer e em pouco tempo estará sobre as nuvens.

A dica de hoje é: faça seu melhor, brilhe, não contenha forças. Quanto às nuvens, passe por elas, não perca tempo no meio delas, ser ignorado por ignorantes é bom.

Que nossas pegadas sejam marcas de um caminho de sucesso,

Um forte abraço,

Rafael Régis Somera
* "Ei psiu! Você parece bobo fica aí querendo fazer mais do que te pedem" traduzindo "Ei Psiu! Pare de fazer mais que a gente se não você se destaca e a gente não."

terça-feira, 21 de junho de 2011

Como contratar e integrar pessoas na equipe com qualidade e velocidade.


Uma das questões de maior dificuldade para maior parte das pequenas e médias empresas é a contratação e depois a integração de novos membros. Para isso divido aqui uma experiência que apliquei na empresa em que trabalho e que vi dar muito certo.
Acredito muito que para o crescimento de uma empresa é preciso dar para a equipe responsabilidades que a faça crescer e comprometa com o resultado dos processos evitando a centralização, encontrada na maior parte das empresas, que sobrecarrega o empresário e deixa a equipe anêmica.
Com base nesse pensamento, desde nossa primeira integrante, responsabilizamos quem entra por último a contratar a próxima pessoa da equipe, pelo menos no que se refere aos valores pessoais. Talvez tenhamos que, para algumas vagas, fazer análises técnicas e alguns testes a mais, no entanto, não erramos mais no entrosamento da equipe.
Enfim, só entra quem garante boa convivência, cria um sistema de respeito, pois apesar de trabalharem juntos o novo integrante entra respeitando seu entrevistador e o entrevistador tem a responsabilidade de dar exemplo visto que o seu entrevistado espera e até o cobra disso.
Vale a dica! Espero que sirva!
 Um forte abraço e que nossas pegadas sejam marcas de um caminho de sucesso.
 Rafael Régis Somera
Uma nova engrenagem quando demora a funcionar compromete todas as outras.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Um contrata, muitos demitem.

Ontem presenciei uma situação em que uma pessoa, era seu primeiro trabalho, iria ser demitida em uma das empresas em que trabalho. Fui buscar os motivos da demissão já que, pelo que sabia, a pessoa era muito eficiente e dificilmente deixava algo por ser feito ou então fazia algo mal feito.

Ao chegar às conclusões sobre a demissão vi que, na realidade, ela não estava sendo demitida pelo seu lado técnico ou suas funções e sim devido ao relacionamento que ela criou ou deixou de criar com os demais profissionais da empresa.

Ela não sabia que quem contrata geralmente é apenas uma pessoa, mas quem demite é a equipe e quando o time decide sacar algum jogador do time, pode até o técnico tentar mantê-lo, porém não durará muito tempo.

Aqui fica o recado: tão importante quanto realizar bem o seu trabalho é fundamental manter boas relações, política de boa vizinhança, independente de hierarquia. Muitos que estão acima avaliam constantemente como você trata os que estão abaixo, sendo este um quesito importante para futuras promoções.

Que você seja bom no que faz, mas seja bom também com quem faz ao seu redor.

Um forte abraço e que nossas pegadas sejam marcas de um caminho de sucesso.

Rafael Régis Somera
* Um contrata, mas o time demite.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Por que uma equipe faz sucesso?

Santista que sou, tenho que mostrar o que acontece por trás de uma equipe que tem grandes feitos. Em pergunta feita aos jogadores santistas sobre como conseguiram fazer placares tão elásticos no primeiro semestre de 2010, a maioria deles disse a mesma coisa, “antes de começar o jogo nós definíamos que íamos fazer um jogo para entrar para história e realmente acreditavamos nisso”.

Pois bem, os feitos são resultados de um objetivo compartilhado. Como, por exemplo, perder, ganhar ou tanto faz se ganharmos ou perdermos. Assim, decida, antes de qualquer coisa, o que sua equipe escolherá e só quando o pensamento de todos mirar o mesmo objetivo realmente trabalhará em equipe e aí o resultado aparece meio a sorrisos, tapas, lágrimas e vai ser muito bom, ou melhor, dependendo do que for escolhido será muito bom.

Um forte abraço e que nossas pegadas sejam marcas de um caminho de sucesso.

Rafael Régis Somera
* 23 jogos e 72 gols, em único campeonato.


segunda-feira, 13 de junho de 2011

Comece pelo simples, melhor estratégia de marketing.

Nos últimos anos venho estudando e ajudando empresas nos mais diferentes tipos de negócio, de construção civil até salões de beleza.
Estudando esses negócios percebo que a maior parte dos problemas que impede-os de crescer ou então fazem com que fechem é a falta de atenção com o óbvio, o deixar de fazer o que é simples.
Por exemplo, vejo empresas investindo montanhas de dinheiro em anúncios e propaganda quando na verdade precisavam apenas cuidar mais das pessoas que já procuram por elas, cuidar mais do telefone que toca e ninguém atende, do cliente que chega e ninguém recebe, do cliente que deixa de vir e ninguém percebe.
Sucesso não se dá apenas pelo quanto você conhece do seu expediente, mas sim da sua capacidade de tratar gente.

Um forte abraço,

Rafael Régis Somera
* A maior parte das conquistas está no simples, o melhor do marketing mundial é o boca a boca, mas a questão é você faz algo que seja digno de contar para outras pessoas?


quarta-feira, 8 de junho de 2011

Sem método se ganha um jogo, com ele o campeonato.

Qual é o seu método de trabalho? Se você apenas trabalha você está destinado ao insucesso. Metodologia é a técnica que aplicamos para fazer as coisas melhor.

Lembro-me bem que já trabalhei na limpeza de pratos durante um período que, assim como muitos, fui ganhar a vida no exterior. Senhores, pasmem, mas até para lavar pratos dava para aplicar um método. Deixar os pratos sujos submersos enquanto se lava outros é um método de facilitar as coisas e ganhar tempo e produtividade. Havia colegas que levavam o dobro de tempo que eu levava para lavar pratos, porém a diferença estava eu sabia o que estava fazendo, tinha um método para fazer aquilo, enquanto meus colegas simplesmente faziam, simplesmente lavavam sem se preocupar na construção de um método que permitisse ser cada vez melhores.

Se isso acontece com pratos imagine com vendas, em vendas a metodologia tem que estar na ponta da língua. As etapas de vendas têm que ser claras em nossa mente para que possamos, só assim, obter sucesso durante uma negociação. Porém em vendas assim como na lavagem de pratos, conheço muitas pessoas que simplesmente “tentam” vender, falam de qualquer forma em qualquer ordem como se não houvesse lógica em um processo de vendas... Que pena.

Em breve irei postar aqui um release do método que eu uso e procuro disseminar para vender seja lá o que for, ideias, opiniões ou então o tradicional, produtos e serviços.

Abaixo está a cena de um filme chamado “Sucesso a qualquer preço” que retrata uma equipe de vendas formada por quatro pessoas que tem cadastros (leads) para fazer seus contatos e posteriormente suas vendas, os cadastros são entregues aleatoriamente, mas um deles vai super bem e os outros três em escala decrescente sofrem para ter resultado. Como é natural do ser humano o problema na cabeça deles não está neles, mas sim nos cadastros, mesmo sabendo que um entre eles com o mesmo cadastro vem tendo resultados muito bons. Devido a isso um representante do escritório central é chamado e, apesar do tom da conversa, preste atenção no que é dito e não no como, preste atenção na preparação do enviado ao começar a reunião com quadro pronto, sabendo o nome dos integrantes, enfim esteja pronto.

Espero que goste! Um forte abraço,

Rafael Régis Somera

terça-feira, 7 de junho de 2011

Como fazer sua pequena empresa ficar enorme!


Como disse Bill Gates “Trabalhamos para transformar nossas ferramentas obsoletas antes que a concorrência o faça”. Assim deve ser o pensamento de quem está a frente de um negócio. Tudo bem, tudo bem! Sei que o que você faz é maravilhoso, mas como será o produto que irá substituir o seu? Será mais rápido? Mais barato? Mais acessível? Mais completo?
É importante pensar nos seus maiores medos, para que eles se transformem em seus maiores aliados. Ou seja, tente todos os dias inventar algo melhor do que o que você faz, crie situações, pois não tenho dúvida do que o que você faz foi suficiente para trazer você até aqui, mas não necessariamente seja o bastante para levá-lo até onde quer chegar.
Questione a sua forma de divulgar, questione a sua forma de fazer, permita-se questionar, saiba olhar os seus pontos fracos, não seja coruja, pois como bem se sabe as corujas só caçam a noite e de dia são presas fáceis.
Quer ser um profissional ou empresa feita para durar, basta tentar prever o futuro e se não conseguir invente-o, faça-o acontecer!
Um forte abraço e que nossas pegadas sejam marcas de um caminho de sucesso.
Rafael Régis Somera
* Foi pensando assim que esse de azul do canto da foto se tornou o cara mais rico do mundo. Olhando para o que já tinha feito se desafiando a tornar aquilo ultrapassado em um mundo onde os homens não gostam de ver com olhos críticos suas próprias ações. (Essa é a primeira equipe da Microsoft)



domingo, 1 de maio de 2011

Empresas familiares, seus fatores favoráveis e os cuidados a serem tomados.

Quando se fala em empresas familiares a primeira coisa que vem a cabeça da maioria das pessoas é um grande problema. Talvez por ter vivenciado problemas em empresas do tipo ou então imaginar irmãos trabalhando e se respeitando parecer uma difícil tarefa.

O fato é que na maioria dos casos realmente a empresa familiar tem problemas que a impedem de prosperar, mas isso não se dá ao fato de serem ou não familiares, mas sim porque essas famílias acabam não regulamentando bem a atuação de seus membros dentro da empresa.
Resolvi neste artigo escrever o que a uma empresa familiar deve cuidar e se atentar para eliminar o lado ruim e crescer de forma saudável e justa.

A diferença entre cargo e acionista:
Sendo parte da família você, naturalmente, é parte da empresa, talvez até se sinta dona e merecedora de participação nos resultados e isso deve ser muito bem tratado entre as partes abertamente, podendo quem sabe até assumir o papel de acionista, ou seja, recebe os resultados, porém não está ligada a nenhuma posição de trabalho da empresa.

O grande problema está quando alguém com perfil de acionista resolve por ser acionista assumir um cargo, por exemplo, diretor financeiro. Até aí nenhum problema, afinal, a área que exige maior sigilo e confiança está nas mãos de alguém em quem se pode confiar. A questão começa quando a pessoa resolve desfrutar dos benefícios de ser da família para ignorar os deveres que seu cargo tem, como por exemplo:
* cumprir horários,
* receber nas datas certas,
* respeitar a hierarquia e os demais companheiros,
* postura profissional,

Resumindo, é bastante simples, ela passa a não fazer sobre si a mesma a cobrança que faria com outra pessoa que estivesse no cargo, ela se esquece que ser da família aumenta a responsabilidade, a necessidade de se dar o exemplo.

O problema fica maior quando os que poderiam intervir permitem que aconteça e assim criam um clima de protecionismo que desmotiva e faz com que bons profissionais busquem outras oportunidades.

Para eliminar isso converse abertamente com todos da família, pergunte se querem ser acionistas ou assumir cargos. Caso a resposta, por vários motivos, seja assumir cargos deixe claro que todos precisam dar o exemplo, que todos precisam fazer ainda mais que os demais, pois quando a empresa é assim e preza pela meritocracia ser uma empresa de família é um grande diferencial benéfico.

A questão é parar e cobrar. Esteja pronto para ser cobrado, nesta hora nas empresas fracas, ninguém tem coragem de falar com ninguém.

Um forte abraço e muito sucesso!
Rafael Régis Somera
* Para quem se interessou pelo assunto segue site especializado na situação 

sexta-feira, 22 de abril de 2011

A atmosfera e o produto!


Muitas empresas procuram evoluir e desenvolver seus produtos para atinjam níveis de qualidade altos. Investem em pesquisa de produto, em maquinário para uma maior eficiência de fabricação, busca por novos fornecedores e formas de comprar entre outros.
Tudo isso realmente é importante, pois não se vende produto se eles não forem bons. A questão principal é, com toda essa preocupação com os produtos, algumas acabam esquecendo da atmosfera que o cerca, acabam esquecendo que a casa tem que ser a cara do dono, como por exemplo, pizzarias que julgam ser italianas pintadas roxo e lilás ou então escolas de cursos profissionalizantes que mais parecem lan houses pela sua informalidade e estrutura.
O fato é a atmosfera também está integrada e influencia no produto. Seria impossível cobrar o valor de um Big Mac em um trailer, ou seja, as cores, a música, o atendimento do McDonald’s fazem parte do produto, lanche por lanche muitos trailers fazem melhor.
Lojas de artigos esportivos que mais parecem bancos, de comida árabe sem nenhum quadro se referindo ao local e assim por diante.
Cuide da estrutura do local, se é um lava-rápido lembre as pessoas de sua limpeza, se é um cabeleireiro lembre as pessoas da beleza, se é uma escola que lembre as pessoas de educação, enfim, faça a atmosfera e o produto falarem a mesma língua para que possa cobrar por isso.
Um forte abraço e que nossas pegadas sejam marcas de um caminho de sucesso.
Rafael Régis Somera

* Esta é uma casa de massa que fui em Bauru, ao entrar pude me sentir na Itália na idade média e paguei por isso.


sexta-feira, 15 de abril de 2011

Crescer mantendo a essência que faz crescer.

Hoje tive contato com uma pequena empresa que estava iniciando seu crescimento e se via perdendo o que a levou a conseguir crescer, perdendo a essência.

A questão é: Como crescer sem perder o motivo que te permite crescer?

O primeiro ponto é cuidar de que a comunicação continue fluindo, por mais que se façam divisões e que a hierarquia apareça, é importante manter todos com acesso a fonte, seja com reuniões periódicas, seja com o bom dia nosso de cada dia.

Depois disso, é importante normatizar e escrever essa essência, seja em forma de missão, seja em forma de recados e quadros que avisem e lembrem a todos o que é mais importante ali. Neste caso que eu citei, o que eles não queriam perder era a personalização do serviço e o cuidado com os clientes e neste caso os dois passos acima caem como luva.

Além deles para iniciar o resgate, caso a essência já tenha começado a se perder, um bom treinamento com uma consultoria que realmente se intere do negócio e consiga dividir isso com todos pode ajudar no novo caminho.

Enfim, decolar sem cuidar do abastecimento da nave pode ser perigoso, afinal no alto quando você mais precisar do combustível que te levou até lá ele pode faltar e se não tiver pára-quedas fica perigoso.

Um forte abraço a todos e que nossas pegadas sejam marcas de um caminho de sucesso.

Rafael Régis Somera

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Como deve ser a fachada da sua empresa.

Andar por uma rua de comércio ou shopping é ao mesmo tempo um passeio e um desespero.

Passeio quando se está em busca de nada, procurando por coisa alguma, desespero quando se está em busca de algo com um objetivo certo.

Isso se dá por inúmeras falhas que as empresas cometem quando o quesito é fachada e vitrines. Geralmente elas são feitas por arquitetos ou decoradores, nada contra tal profissão, afinal, como em qualquer profissão existem profissionais e profissionais e nesta não é diferente, no entanto, muitos fazem o que chamo de "implosão" e simplesmente ignoram as condições da empresa antes de criar a fachada ou a vitrine da mesma e implodem tudo o que está ao seu redor.

Da tela do computador, os desenhistas imaginam como ficaria bonita a fachada assim ou assado, e acabam por fazer fachadas que no posicionamento real passam desapercebidas aos que ali transitam, desconsiderando o ângulo de visão do pedestre e ou veículos. São fachadas lindas se vistas do computador, vistas na prática invisíveis meio a tantas outras.

Sendo assim a dica é:
Sua fachada deve ser vista na tela do computador no mesmo ângulo que seu cliente olha, na mesma velocidade com que seu cliente passa, com as mesmas perguntas que seu cliente faz. Costumo dizer que ao passar em frente a sua empresa sua fachada deve dizer ao cliente pelo menos: Qual o seu nome e o que você faz.
Já vi o resultado de empresas crescer exponencialmente ao apenas dar uma inclinação de 45 graus a algumas placas que ignoravam o sentido de transição de clientes. Não andamos de lado, andamos de frente.
Passe em frente a sua loja, tire fotos dela, e verá que, as vezes, uma pequena placa de 30 cm é capaz de fazer mais efeito que sua testeira de 40 metros que ninguém consegue ler.

Abaixo uma imagem de um shopping na visão dos pedestres, perceba que a maior parte das lojas passam desapercebidas deste ângulo.

Espero ter acrescentado, que nossas pegadas sejam marcas de um caminho de sucesso.

Rafael Régis Somera





* Todas as fachadas viradas umas para as outras como se os pedestres caminhassem como siris.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Como ganhar gorjeta (caixinha) onde não se dão caixinhas?

Há alguns anos eu trabalhei como garçom em um hotel na Irlanda, quando vi a vaga em um anúncio me interessei muito, afinal de contas, além do valor do meu salário sabia que certamente iria receber caixinhas e por isso me esforcei para ir bem na entrevista e deu certo.
A grande questão foi que na entrevista fui informado que seria garçom do café da manhã ao invés de jantares e almoços. Automaticamente vi que as caixinhas não viriam como pensei, mas precisava de trabalho e resolvi encarar mesmo assim.
No primeiro dia já fui perguntando para todos os membros da equipe de garçons se recebiam caixinhas ali e as respostas foram unanimes “NÃO”, aquilo até me desanimou um pouco, mas lembrei que para muitas coisas na vida querer é poder e temos que fazer por merecer. Então comecei uma campanha imensa para conseguir tirar leite de pedra, conseguir uma caixinha no café da manhã.
Alguns dias depois um homem carrancudo entrou no salão, eu o abordei e o convidei para sentar, sem nem se quer responder meu bom dia ele o fez. Logo em seguida me pediu algumas coisas, dentre elas um chá, perguntei se ele gostaria que eu adoçasse ou não, se queria muito ou pouco. Enfim, vendo aquela cara feia, ao invés de ficar bravo com ele, pensei que ele precisaria um pouco mais de atenção e o fiz com todo carinho do mundo.
Ele foi embora depois de meia hora e nem se quer se despediu de mim, mas tudo bem, fui limpar sua mesa e ao levantar seu prato havia ali embaixo deixado mais de uma dezena de moedas, elas eram douradas e pareciam tesouro. Não acreditei e agradeci mesmo ele não estando mais ali.
Naquele dia um conceito foi plantado em minha cabeça, vejo muitas pessoas dizendo que esperam algo acontecer para fazer o que precisa ser feito, quando, na realidade, devemos fazer o que precisa ser feito para que algo aconteça. Alguns amigos me diziam que quando o cliente chegava com cara feia eles nem se esforçavam, como quem diz: ele tem que fazer a parte dele primeiro para eu fazer a minha. Um grande erro porque só quando fazemos a nossa parte as coisas acontecem.
Daquele dia em diante comecei a aprender falar “bom dia” em vários idiomas e dizia o “bom dia” no idioma do hóspede, me interessava por fazer com que saíssem do hotel com uma carga extra de energia de manhã, fazia meu melhor, mesmo quando aparentava não ser correspondido.
Depois de algumas semanas, naquele mesmo local onde nunca haviam sido dadas caixinhas, eu recebia muitas caixinhas diárias e algumas pessoas da equipe após mudarem sua postura, também começaram a receber.
Certa vez meu pai me disse “Mude a atmosfera, saia e vá acima das núvens onde o céu é sempre azul”. Tento fazer isso todos os dias!
 Um forte abraço e que nossas pegadas sejam marcas de um caminho de sucesso.
Rafael Régis Somera
* No inverno da Irlanda os dias amanhecem tarde, veja a janela ao fundo, já era 8h da manhã.

A história do mercado em alguns parágrafos.

A história do mercado tem várias vertentes e eu depois de muito ler sobre isso me atrevo a fazer um resumo e divido contigo agora.
Certa vez, os artesãos dominavam o mundo, tudo era feito manualmente e a habilidade era fundamental para quem quisesse viver aqui, porém, com o tempo o homem começou a criar ferramentas para substituir o uso das mãos, vieram as máquinas de tear e assim por diante entramos em uma revolução industrial.
A revolução industrial criou novas profissões e a engenharia era a principal força porque produzindo mais vende-se mais e assim foi até que a produção passou a ser algo muito grande e mais do que produzir era preciso administrar todos os recursos e aí a administração foi colocada oficialmente aos negócios (sempre existiu mas aqui começou-se a se formar administradores).
Com o tempo mais de uma empresa começou a existir no mesmo setor e isso fez com que as dificuldades para vender a produção começassem a aparecer e frases como “você pode escolher qualquer um desde que seja preto” começaram a ficar arriscadas e então começou a se pensar em marketing, formas de se conhecer o que os clientes queriam e a melhor forma de informá-los.
Produzindo bem, administrando bem, informando bem, começou-se então a ver que era necessário cuidar da equipe, visto que a concorrência já não era mais apenas por clientes, mas por equipes também e a área de recursos humanos entrou em evidência.
Hoje me pergunto: E o que vem por aí? A tecnologia veio para mudar muita coisa e alguns números dizem que quase 80% de nossas crianças trabalharão com profissões que ainda não existem.
Sendo assim, a dica é conheça muita gente, estude sempre, acompanhe a tecnologia e o mundo. Novas ondas estão se formando e quem estiver preparado surfará nelas, mas a grande maioria se sentirá sendo engolida por um tsunami sem compaixão.
Um forte abraço e que nossas pegadas sejam marcas de um caminho de sucesso,
 Rafael Régis Somera
* Embaixador de ETS, Psicólogo de máquinas, enfim, quanto há por vir…

Verdade, ordem e progresso.

Assisti o primeiro debate da corrida presidencial, queria conhecer melhor os candidatos, seus argumentos e também se preciso os questionamen...